quarta-feira, 5 de julho de 2017

Roteiro de Entrevistas em Diamantina

Com o propósito de conhecermos mais o local, e como os transeuntes, moradores, e lojistas lidavam com ele montamos  um questionário, que foi adaptado a partir das respostas, obtidas, partindo do princípio, de que as pessoas deveriam apenas serem orientadas, não induzidas para fornecer as  respostas que esperavam que nós quiséssemos. 

  1. Você mora em Diamantina? Há quanto tempo
  2. Como era esse lugar quando você se mudou para a cidade?
  3. Você sabe alguma coisa a respeito da história dele? Te traz alguma recordação?
  4. Você passa por aqui sempre?
  5. Porque optou pela rampa / escada ao invés de escada/ rampa?
  6. Você acha que esse parede interfere no espaço? De que maneira
  7. Você sabe dizer por que interrompeu a passagem de carros na rua?
  8. Você costuma usar aqui ou é apenas de passagem?
  9.  Qual sensação o ambiente te passa?
  10. Quais são os atrativos do espaço? Existe algum?
Parte voltada para mais para os moradores
  1. Qual a sua relação com o seu vizinho?
  2. Qual a sua história com esse local?
  3. As pessoas costumam passar muito por aqui?
  4. Como o espaço é utilizado por vocês? E pelas pessoas que passam?
  5. Vocês utilizam essa área semi-fechada para algum evento privado?
  6. Há alguma característica expressiva nas pessoas que passam por aqui?

sábado, 1 de julho de 2017

Croquis em Diamantina





Evento Cultural - Os Cadernos de Kindzu

A peça é inspirada no livro "Terra Sonâmbula" de Mia Couto, e foi feita pela companhia Amok Teatro. Quando fui assistir o espetáculo, junto com outros colegas da turma, surpreendi por nunca ter ter ido nessa sala do CCBB, que é bem pequena e cabe poucas pessoas, nesse caso foi positivo porque o público tem sensação de proximidade com que está acontecendo e os atores não tem lugar fora da cena, tendo que solucionar isso de alguma forma. Nesse espetáculo, são apenas 8 atores que fazem personagens diferentes, e não saem hora nenhuma do palco, além disso, toda a trilha sonora é feita pelos atores, com muitos instrumentos que parecem de origem africana e alguns outros,  essa característica compõe quase todo o contexto da peça e impressiona muito quem está vendo.
Outro aspecto interessante de mencionar são as soluções utilizadas para deixar algumas cenas menos explícitas, em que são utilizadas sombras ou os atores estão encenando distantes um do outro no palco, como na cena de estupro que acontece.



(fotos do site do CCBB)

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Evolução do Objeto Interativo

Primeiro protótipo (com eletrônica): Esfera de papel com LDR do lado de fora e abertura grande para ver o lado de dentro
Quando jogar o flash do lado de fora, acende padrão de luzes do lado de dentro

 Segundo protótipo: cilindro de tecido
Seguindo a ideia do primeiro protótipo ainda, esse objeto tem "gomos" feitos de tecido em que estariam os LEDS voltando para dentro, e LDRs do lado de fora.



Terceiro protótipo:



Tem ideia muito similar ao protótipo anterior, mas é feito de feltro e tem os círculos coloridos para atrair atenção das pessoas e incentivar o toque, o circuito com LDR também já estava pronto e funcionando. O objetivo era fazer o objeto maior para que as pessoas conseguissem entrar dentro dele.

Objeto final:


O objeto final ficou muito similar visualmente ao último protótipo, porém a interação não acontece da mesma forma, já que os inputs são os reed switches e os outputs são vibracalls. Fiz essa mudança e os diversos elos para incentivar o toque e brincadeiras corporais entre indivíduos e objeto.

Adobe Premiere - Trinity Escapes


Objeto Interativo Programático